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506.#.#.a: Público

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650.#.4.x: Ciencias Sociales y Económicas

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336.#.#.3: Artículo de Investigación

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351.#.#.b: Tlalli. Revista de Investigación en Geografía

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270.1.#.p: Revistas UNAM. Dirección General de Publicaciones y Fomento Editorial, UNAM en revistas@unam.mx

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883.#.#.a: Revistas UNAM

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653.#.#.a: Periferia; Potência; Transgressão; Espacialidade

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041.#.7.h: por

520.3.#.a: Esse artigo apresenta uma concepção de periferia vista a partir das vidas e saberes periféricos como potências transgressoras. Seja no sentido da produção do conheci-mento, como no sentido da produção de espacialidades outras, afirmamos a existência e a importância dessas vidas e saberes a partir de uma conceituação renovada de peri-feria. Refletir sobre a periferia é também pensar o centro e a relação centro-periferia, tanto nos sentidos simbólico, como político, vinculados à dinâmica social que se espa-cializa. Diante disso, o artigo traz como fundamento analítico a relação eu-outro em que os temas filosóficos da identidade, da diferença e da alteridade aparecem como as referências do olhar. Mais que isso, tenta-se pensar o seu desdobrar nos modos possíveis de realização dessa relação enquanto limite e transgressão. A relação centro-periferia aparece como relação eu-outro. De modo que o outro é também nesse artigo trabalha-do a partir de um ponto de vista e de abordagens descoloniais, tendo em vista o esfor-ço de restituir a dignidade dos outros que foram historicamente e geograficamente negados, invisibilizados e exterminados, além de diagnosticar o que fora, por muitas vezes, a invenção do outro como mecanismo de saber e poder. Supomos que o reco-nhecimento de outras práticas espaciais-existenciais expressa um modo ético de relação com o outro, diferente daquele que constrói o sentido da periferia no escopo da tradição moderno-colonial europeia.

773.1.#.t: Tlalli. Revista de Investigación en Geografía; Núm. 2 (2019); 79-96

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022.#.#.a: 2683-2275

310.#.#.a: Semestral

300.#.#.a: Páginas 79-96

264.#.1.b: Facultad de Filosofía y Letras, UNAM

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doi: https://doi.org/10.22201/ffyl.26832275e.2019.2.1086

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245.1.0.b: Vidas y saberes periféricos como potencias transgresoras

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No entro en nada

No entro en nada 2

Artículo

Vidas e Saberes periféricos como Potências Transgressoras

Biteti, Mariane; Derzi Moraes, Marcelo José

Facultad de Filosofía y Letras, UNAM, publicado en Tlalli. Revista de Investigación en Geografía, y cosechado de Revistas UNAM

Licencia de uso

Procedencia del contenido

Cita

Biteti, Mariane, et al. (2019). Vidas e Saberes periféricos como Potências Transgressoras. Tlalli. Revista de Investigación en Geografía; Núm. 2, 2019; 79-96. Recuperado de https://repositorio.unam.mx/contenidos/4109915

Descripción del recurso

Autor(es)
Biteti, Mariane; Derzi Moraes, Marcelo José
Adscripción del autor
Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Tipo
Artículo de Investigación
Área del conocimiento
Ciencias Sociales y Económicas
Título
Vidas e Saberes periféricos como Potências Transgressoras
Fecha
2019-12-11
Resumen
Esse artigo apresenta uma concepção de periferia vista a partir das vidas e saberes periféricos como potências transgressoras. Seja no sentido da produção do conheci-mento, como no sentido da produção de espacialidades outras, afirmamos a existência e a importância dessas vidas e saberes a partir de uma conceituação renovada de peri-feria. Refletir sobre a periferia é também pensar o centro e a relação centro-periferia, tanto nos sentidos simbólico, como político, vinculados à dinâmica social que se espa-cializa. Diante disso, o artigo traz como fundamento analítico a relação eu-outro em que os temas filosóficos da identidade, da diferença e da alteridade aparecem como as referências do olhar. Mais que isso, tenta-se pensar o seu desdobrar nos modos possíveis de realização dessa relação enquanto limite e transgressão. A relação centro-periferia aparece como relação eu-outro. De modo que o outro é também nesse artigo trabalha-do a partir de um ponto de vista e de abordagens descoloniais, tendo em vista o esfor-ço de restituir a dignidade dos outros que foram historicamente e geograficamente negados, invisibilizados e exterminados, além de diagnosticar o que fora, por muitas vezes, a invenção do outro como mecanismo de saber e poder. Supomos que o reco-nhecimento de outras práticas espaciais-existenciais expressa um modo ético de relação com o outro, diferente daquele que constrói o sentido da periferia no escopo da tradição moderno-colonial europeia.
Tema
Periferia; Potência; Transgressão; Espacialidade
Idioma
por
ISSN
2683-2275

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