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No entro en nada

No entro en nada 2

Artículo

Poemas prismáticos: Pessoa e Pessanha

Costa, Horácio

Facultad de Filosofía y Letras, UNAM, publicado en Poligrafías. Revista de Teoría Literaria y Literatura comparada, y cosechado de Revistas UNAM

Licencia de uso

Procedencia del contenido

Cita

Costa, Horácio (2011). Poemas prismáticos: Pessoa e Pessanha. Nuevas Poligrafías. Revista de Teoría Literaria y Literatura Comparada; Núm. 1, 2011; 4-16. Recuperado de https://repositorio.unam.mx/contenidos/4148657

Descripción del recurso

Autor(es)
Costa, Horácio
Tipo
Artículo Cultural
Área del conocimiento
Artes y Humanidades
Título
Poemas prismáticos: Pessoa e Pessanha
Fecha
2011-09-10
Resumen
Toda uma linhagem analítica, abstrativizante, todo um sentido de espaço brota com Cézanne, e ramifica como os seus pinheiros, um deles, uma imagem que viaja em mim desde a infância. Cézanne está para a “imaterialização” do olhar, do olhar que se desprende do tema, do objeto, da anedota, uma vertente perseguida de geração em geração na arte moderna. Na verdade, Cézanne talvez possa entrar para o contexto de formação da sensibilidade da arte moderna não apenas como o inventor desse novo olhar “imaterializador”, mas como o pintor que, num movimento de sentido contrário, primeiro procurou materializar, sem lançar mão a legendas ou narrativas de qualquer sorte, o invisível, e particularmente a luz até então funcional para a descrição volumétrica ou simbólica da representação pictórica, tornando-a visível, como problema de base para uma nova visualidade. Quando essa sensibilidade deveras nova adentra a escritura da poesia em português?
Idioma
spa
ISSN
ISSN: 2954-4076

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